segunda-feira, junho 11

A vida como ela é.

Depois de derramar uma lágrima em cada etiqueta de cada peça da nova coleção da Maria Filó e não encontrar coragem para levar nenhuma delas para a minha casa, recebo um SMS de Mamis avisando que o meu carrinho havia sido apreendido depois de ser parado em uma Blitz com o Licenciamento vencido.
Tirando a dor de cabeça e a correria para resgatá-lo, foram mais de 600 contos que entreguei de presente para os mercenários de um Pátio e mais 7 pontinhos na CNH.
A última informação relevante desta paródia é que eu ganhei 600 contos numa premiação da senzala há 10 dias.
Pergunta se eu vou esquecer de pagar os 70 contos de Licenciamento no ano que vem, pergunta.


Fim de semana

Quarta teve encontro da turma no velho barzinho – aquele das antigas – em que íamos na época em que a maioria ainda era estudante, em que morávamos todos perto e em que nos víamos quase todos os dias. Cerveja gelada, mojitos honestos e frango frito apimentado comido com a mão – todo mundo morrendo de rir, falando montes e montes de bobagens e vendo futebol na televisão. Como se o tempo nunca tivesse passado.


Feriado com cara de domingo com trabalho normal no dia seguinte. Aproveitamos para passar a tarde lendo, estudando, em silêncio... tão bom! À noite, só um crepe, um vinho e direto pra cama bem cedo... às vezes a gente precisa de um feriado assim. Só pra dar uma pausa, só pra descansar, sem planos mesmo.

Sábado foi o trivial de sempre – jurei que ia arrumar as roupas e não arrumei. Jurei que ia arrumar os livros e não arrumei. Consegui pelo menos levar os cachorros pra tosar e tomar banho e desentupi o tanque (argh, o horror! o horror!). Á noite, cineminha pra ver uma pequena obra de arte - Carnage (O Deus da Carnificina, em português). Não viram ainda? Corram, é espetacular.

E finalmente, no domingão, resolvi encarar as panelas, e preparei um linguini à calabresa que, modéstia à parte, ficou divino! Apimentadinho no ponto, com bacon bem crocante e molho denso e vermelho de tomates, lingüiça e azeitonas. Tão simples, e tão gostoso. Tão bom fazer uma comidinha especial em casa em um dia de folga, não? A gente abre uma cervejinha, vai fazendo tudo devagar, no capricho... eu adoro.

Adoro viajar, adoro passear. Mas às vezes é muito bom ter um fim de semana semi-prolongado assim, em casa, sem maiores compromissos. Foi muito restaurador.

Saco hein


Ai não. Comemorei uma morte e ela estará de volta?
Alan Ball: seu babaca.

Estamos fazendo tudo errado.

Estou lendo o maravilhoso livro da Fal. Em conta gotas porque sou incapaz de conviver com tamanha dor. Preciso de um tempo entre um capítulo e outro.

Na semana passada, um grande aperto no coração, mandei uma mensagem para vários amigos, algo do tipo: Oi, to com saudades. Amigos com quem eu me senti em falta.

Muitos responderam. Muitos outros, no entanto, me responderam:

-Você te certeza de que essa mensagem foi pra mim?

Mas que merda raios de comunidade estamos vivendo onde você diz que gosta de alguém e a pessoa te responde: Tem certeza?

Sempre achei que as pessoas são incapazes de amar. Na verdade as pessoas são incapazes de se sentirem amadas.

Sobre as sacolinhas....

Volta e meia o assunto das sacolinhas volta. Ontem mesmo vi no programa do Gugu que há um projeto de lei pela volta das sacolinhas plásticas nos supermercados. Isso ainda é um assunto polêmico.

Homens em geral são favoráveis pela volta das sacolinhas. Homens não carregam bolsas onde poderiam colocar uma ecobag no fundo e fatalmente acabam comprando uma sacola nova a cada compra por impulso. Ou desistindo da compra. Mulheres são mais precavidas e já carregam sua ecobag para cima e para baixo. Mas visto que a maioria das pessoas que compram em mercados são mulheres, nada mal manter a proibição das sacolinhas.

Outro assunto são as sacolinhas biodegradáveis. As sacolas disponíveis hoje ainda não são biodegradáveis como gostaríamos. São usados aditivos que apenas aceleram o processo visível na superfície, mas que não aceleram o processo como um todo, sendo que as partículas menores contaminam mais facilmente água e solo.

Mas hoje eu percebi um argumento irrefutável pela não volta das sacolinhas. Uma mudança no comportamento da minha casa. Ontem, no mesmo programa do Gugu se falava que apenas 2% do lixo são sacolinhas. Pode não parecer muito, mas mesmo assim são 2%. E por algum lugar há de começar. Mas a mudança que eu me refiro é que com a falta da sacolinha, ficamos mais econômicos e mais atentos ao lixo.

O lixo seco é religiosamente separado em casa e acumulado ao longo da semana. Antes era, mas não tão religiosamente assim. Nem me venham com a história de falta de espaço porque eu moro em um apartamento também e o lixo fica todinho ao lado da máquina. Se você anda juntando tanto lixo assim, você deve ter outro problema.

Outra mudança  forte é uso do lixo para embalar o lixo. Hoje o saco da frutas da feira virou saquinho de banheiro e de cozinha. O plástico que vem da lavanderia é amarrado e usado como saco para grandes volumes. Todo recipiente maior que vai ao lixo, vira um para colocar lixo dentro. Antes, tudo isso: Saquinho da feira, da lavanderia, sacolas de lojas, etc eram enroladas em mais saquinhos plásticos para irem para o lixo. Um desperdício sem fim.

Por mais que eu acredite que a proibição das sacolinhas tenha apenas um fundo econômico e que estamos muito longe do sistema de reciclagem adequado, as pequenas mudanças em casa são irrefutáveis e para melhor. Mesmo diminuindo a praticidade do meu dia a dia, que as sacolinhas sejam só uma lembrança como as fichas de orelhão.

quarta-feira, junho 6

Rock's da Rose

Ontem, fazendo baliza, bati a frente do carro numa dessas bolotas de engate que as pessoas colocam nos veículos, supostamente para encaixar uma carreta, alguma outra coisa... nunca acreditei nisso - pela quantidade desses engates que eu vejo, mais da metade da população que tem carro teria que ter uma carretinha, alguma coisa assim. As pessoas colocam o acessório para se prevenir de eventuais batidinhas e com isso ferram os outros carros, numa nítida demonstração de desrespeito ao próximo - "protejo o meu patrimônio e que se danem os outros" - porque é óbvio que, manobrando, de dentro do carro, ninguém consegue ver se tem a tal bolota ou não, e acaba amassando e estragando o próprio carro. Pra piorar, o carro não era meu - era de Cheri. Fiquei louca da vida e me deu vontade de pegar a chave e riscar  com vontade a pintura do carro do infeliz. Cheri, sempre ponderado, falou para que eu me acalmasse, que deixasse pra lá, que não tinha amassado nada e tal. Sensato, ele, né... conhece bem a mulher que tem.

Hoje tive que passar no Carrefour Bairro na hora do almoço. Lo-ta-do. Promoção de frutas e legumes combinada com véspera de feriado e com um estabelecimento mal administrado. O caos. Fiz minhas comprinhas, analisei todas as filas e entrei em uma em que as pessoas estavam com volumes pequenos, poucas coisas nas mãos. Quando chega a hora da senhora na minha frente, ela faz um sinal para uma outra, em outra fila, que imediatamente veio com um carrinho dos grandes a-bar-ro-ta-do de compras. Comprona. Compra de mês. Ai, gente, rodei a baiana. A mulher peitou e eu resolvi encarar - "mas a senhora não vai entrar com esse carrinho na minha frente, de jeito nenhum! Entrei nessa fila porque analisei todas antes, a senhora estava na de lá, pois volte e aguarde sua vez". Imagina, guardar lugar, acho o cúmulo! As pessoas fazem isso o tempo todo e não se dão conta da falta de civilidade que é. É claro que o que determina uma fila de supermercado não é a quantidade de pessoas, mas o tamanho das compras... é claro que é desonesto uma pessoa de mãos vazias na sua frente, de repente se transformar em outra com uma compra de mais de 100 itens. Fiz um pequeno escândalo e não deixei ela entrar. Mulher mais abusada...

Mas é pra vocês verem, viu gente... como uma pessoa sensata ao nosso lado faz toda a diferença nessa vida. Ontem, com Cheri ao lado, me comportei como uma lady. Hoje, sozinha, fiz barraco no supermercado. Ninguém diria que se tratava da mesma pessoa. Ninguém.

Utilidade pública

Roubaram o celular de um amigo meu na segunda e hoje tentaram roubar o meu da mesma forma. Um cara sobe a calçada de moto e você, de costas, não vê nada. 
Ele acelera e puxa o que você tiver nas mãos....Minha sorte é que eu estava digitando e não falando. Como estava com as duas mãos ele não conseguiu ter força para levar...

Viciada em Song Pop

Alguém mais jogando isso????

Preciso de oponentes!

Queria saber


Em que  mundo essa baranga é considerada bonita.

terça-feira, junho 5

Freud explica?



Tá certo que Cauã Reymond nunca fez parte do meu top 10. Mas negar que o moço é gostoso bem apessoado seria loucura de minha parte, né... nem com muita má vontade!

Agora ele sai em novo ensaio, super sensual, com fotos super calientes, mas assim... com essa história de paternidade, de Grazi feliz no hospital, de Sofia, quartinho de criança, ele de papai ajudando a carregar a bolsinha do bebê, com aquela cara de pai babão, não consigo mais achar o me-nor sex-appeal!! Sério, vejo o guapo agora e só consigo enxergar um feliz papai tipo classe média,  não dá o menor tesão!!! Será que é alguma coisa no meu subconsciente, gente?

Pode uma coisa dessas?

segunda-feira, junho 4

Atitudes são melhores que leis

E o programa do Rafinha Bastos na Rede TV parece que é mesmo um retumbante fracasso. Duas semanas seguidas com péssimo Ibope, ninguém quer ver, ninguém se interessa.
Adoro. Detesto o sujeito, acho que é uma das figuras mais detestáveis que apareceram na mídia nos últimos tempos - mas detesto muito mais essa onda de regular tudo, proibir tudo, processar todo mundo por qualquer coisa. Se o sujeito é um canalha, a melhor resposta que pode receber é um traço na audiência mesmo. Vai sair do ar por falta de espectadores - ou então, vai continuar lá sem ser visto por ninguém. Muito melhor do que censurar, do que proibir, do que fazer uma lei pra não deixar isso, ou pra regular aquilo, em toda e qualquer situação, como se as relações sociais pudessem ser completamente monitoradas e controladas.

Que o Rafinha fique lá - no ostracismo - pelos próprios deméritos. Se é ruim, a gente não vê. E deveria ser assim pra tudo. Porque afinal de contas, nós não somos criancinhas que precisam de regrinhas pra nos dizer tudo o que a gente pode e o que não pode nessa vida. Nénão??

Ads da Ad

Há dias, como hoje, que tudo o que eu queria são equações de primeiro grau. Problemas que eu sei como resolver.

Fim do Samrthphone???

Quase o Homem de Ferro!

domingo, junho 3

Para dar uma animadinha...


A propósito, eu estou amando AMOR ETERNO AMOR, especialmente a malvada da Melissa, com a Cassia Kiss (Cassia Kis? Cassia Kis Magro? Cassia Kiss Magro?), como sempre, dando um show.