NOSFERATU / NOSFERATU, EINE SYMPHONIE DES GRAUENS
1922 ● Alemanha ● PB ● 35mm ● 94 min. ● Ficção
02/11/2012 - Sexta - 20h
Parque do Ibirapuera
EXIBIÇÃO AO AR LIVRE NO PARQUE IBIRAPUERA COM ACOMPANHAMENTO MUSICAL DA ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA E DO CORAL DA OSESP, REGIDOS POR PIERRE OSER
Daqui.
quarta-feira, outubro 31
Festinha de Criança
Daí que temos, aqui no trabalho, uma rede informal de comunicação em que comentamos notícias, anunciamos alguma coisa que tenhamos para vender, fazemos indicações e consultas sobre profissionais, essas coisas. Uma espécie de versão virtual da famosa rádio-corredor.
E eis que hoje me deparo com o anúncio de um colega perguntando se alguém conhece alguma empresa que faça festinhas de criança em casa. Quer alguma coisa de boa qualidade e preço baixo, avisa que quer o bom esquema de bolo, salgadinhos, docinhos, refrigerante e alguma coisinha pros adultos, mas que nos estabelecimentos especializados que já pesquisou achou o preço meio salgado.
Fico aqui me perguntando - sério que até pra fazer uma festinha simples em casa todo mundo hoje tá buscando profissional especializado, é? Até entendo que uma super festa, alugar um espaço todo decorado, com jogos, brinquedos, palhaços, mágicos e etc, pode ser uma opção pra quem está com grana sobrando, não quer ter trabalho nenhum e quer investir mesmo numa superprodução. Particulamente não gosto muito, acho estranho, mas gosto é gosto - e como diz o sábio mordomo, cada um sabe de suas próprias motivações.
Agora, pra fazer um bolinho, fazer um panelão de cachorro quente, encher uns balões, colocar umas cocas e cervejas pra gelar e arrumar uma bela mesa com docinhos e salgadinhos, precisar de ajuda profissional, pra mim é dose, viu! Quando eu era criança isso fazia parte da festa! Os docinhos eram feitos em casa, ajudávamos minha mãe a enrolar brigadeiros, um ia cortando os pãezinhos de leite, outros enchiam os balões. Meu pai geralmente ficava responsável pelas bebidas (ficar responsável pela bebida era encher o tanque de gelo, colocar as garrafas lá e ir fazendo a manutenção - repondo o que fosse necesário, providenciando mais gelo, e praticamente só). O bolo, normalmente, era encomendado por alguma doceira da cidade - e toda cidade tem sempre uma, geralmente muito boa. Salgadinhos também eram feitos em casa naquela época, mas reconheço que hoje em dia seria pedir demais (cozinha pequena, cheiro de fritura na casa toda, fumaça, confusão no fogão, as coisas mudaram) - uma ida à padaria resolve facilmente o problema. A decoração eram fitas, papel crepom, enfeites de isopor, coisas assim. Coisa muito chique era contratar um mágico - isso só era possível de vez em quando - pra animar a festa por algumas horas, e pronto! Ficávamos tão felizes, era tudo tão bom, tudo corria bem, não tinha stress nenhum.
Hoje não tenho filhos e convivo pouco com adultos que tem crianças - meus irmãos tem um filho cada um mas moram longe, e não sei como é o dia-a-dia deles como papais e mamães, por isso fico tão surpresa e realmente me perguntando se isso é uma tendência geral. Se os adultos hoje contratam gente pra arrumar uma festinha simples de criança em casa. Acho que quem faz isso, não sabe o que perdendo.
A que ponto chegamos, não?
terça-feira, outubro 30
Bando de fanfarrões esses jornalistas.
Tu lê a primeira frase e aguarda um "de guitarra da banda Metallica", "mais aguardado de sua carreira" ou algo do tipo, logo na sequência. Mas não.
segunda-feira, outubro 29
No cinema
Um filme que se assemelha muito a Garota Interrompida, mas agora pela visão masculina.
Chorei, ri, me emocionei, baixei a trilha.
O melhor filme do ano, até agora.
Séries de TV
São 8 anos vendo uma série. Uma série que deveria ter acabado no ano 4, quando não havia mais histórias a serem contadas.
Mas mesmo assim, fui fiel e persisti até o final. Ontem dei meu adeus a Nancy Botwin - Weeds. É triste partir.
One reason why I don't drink is because I wish to know when I am having a good time. - Nancy Botwin
Saladinha sem graça
Cozinhar tem sido um Hobby bem interessante. Neste final de semana fiz uma saladinha diferente. Piquei maçã verde, salsão e nozes. Para molho misturei creme de leite com Curry e servi em uma cestinha de provolone - FEITA EM CASA!!!.
Ficou uma delícia e a coisa mais linda do mundo.
Tô me puxando como doméstica mesmo.
sexta-feira, outubro 26
Resumo de Sampa, dia um.
Primeiro dia. Encontrei um antigo colega de trabalho que não via há séculos no metrô, a mocinha do filme tinha o meu nome, um barbudo lindo tropeçou e quase caiu em cima de mim na calçada e para fechar com chave de ouro cruzei com o Vladimir Brichta na Rua Augusta. Te amo Sampa.
quinta-feira, outubro 25
Salão do Automóvel
Em plena cidade de São Paulo, com seus 200 km de engarrafamentos diários, carros por todos os lados, as pessoas enfrentam filas enormes e pagam R$ 70,00 para ir ao Salão do Automóvel para ver... carros!! Gente, eu acho isso tão engraçado! Na rua tem pra todos os gostos - velhos, novos, bonitos, feios, discretos, chamativos, pequenos, grandes, de todas as cores! Eles estão andando, estacionados, se arrastando nos congestionamentos, em cima das calçadas, infernizando a vida de todo mundo e ainda assim exercem esse fascínio. As pessoas pagam para ver carros novos.
Fui uma vez ao Salão, acompanhando meu irmão, há alguns anos atrás. Achei tudo tão brega, tão ridículo, tão sem propósito. E além do mais, muito sexista. Aquelas coitadas daquelas modelos, se expondo com roupas provocantes e sorrisos artificiais com aqueles homens todos babando em volta, hordas e hordas de pessoas tirando fotos de tudo, amontoadas em volta de carros que ficam rodando em cima de plataformas redondas, uma coisa assim - não sei descrever, é muita bizarrice. É engraçado, infantil, irritante e deprimente ao mesmo tempo. E caro, né. Ingresso, estacionamento, lanchinho - a roubada acaba saindo por um valor que dá tranquilamente pra passar um fim de semana pra lá de bacana.
Alguém aí consegue me explicar? Me apontar um motivo pra gostar daquilo? Que graça tem em olhar carros?
Na minha cabeça, não entra.
quarta-feira, outubro 24
E a gente reclamando do Tiririca.
A 15 dias das eleições americanas, o debate sobre o aborto volta ao centro da campanha. Se, em agosto, o deputado Todd Akin disse que "se ocorrer uma violação legítima, o corpo da mulher tem mecanismos para se fechar" e evitar a gravidez; agora foi a vez do candidato republicano ao Senado por Indiana polemizar. Durante debate na terça-feira, Richard Mourdock disse que se a mulher engravidar após ser estuprada será "por vontade de Deus".
"Mecanismos para se fechar" e "vontade de Deus"... Quem se droga mais, o primeiro ou o segundo?
Daqui.
"Mecanismos para se fechar" e "vontade de Deus"... Quem se droga mais, o primeiro ou o segundo?
Daqui.
O Rio de Janeiro continua sendo...
No último fim de semana fui ao Rio e passei dois dias deliciosamente despretensiosos. Não tinha planos, só visitar família e amigos, e ficar um tempo sem fazer nada, fazendo o que desse vontade. Muita caminhada no calçadão, muito choppinho em boteco de beira de calçada, muito petisco, ótimos encontros com gente querida, foi muito bacana. E bem no último dia o mais gostoso de tudo: o choppinho de despedida à noite, no Belmonte de Copacabana, acompanhando aquela tradicional pizza de botequim, que a gente só encontra no Rio de Janeiro. Massa borrachuda, sabores básicos, tipo presunto, calabresa, catupiry, atum e etc...
Muito se propala que as pizzas de São Paulo são inigualáveis. Concordo. Ambientes bacanas, forno de lenha, massa assada à perfeição, coberturas sofisticadas, receita italiana, as paulistas são imbatíveis. Mas paradoxalmente, as cariocas também não encontram par - zero frescura, massa comum, cobertura comum, um tiquinho borrachudas, simples, fartas, honestas. Carioca não sacraliza pizza - é um mata fome como outro qualquer, um acompanhamento como qualquer outro para o verdadeiro astro das mesas e balcões de qualquer birosca da cidade - o chopp, sempre gelado, bem tirado, com a espuma no ponto certo, refrescante e delicioso. Uma ode ao bem viver. Uma verdadeira instituição do Rio de Janeiro.
Mas voltando à pizza - a da nossa despedida do Belmonte chegou quentinha, cortadinha à francesa, com calabresa e azeitonas, para ser comida como aperetivo - bem ordinária, bem gordurosa, muito mais barata do que a média que a gente paga em outras cidades. E para coroar, a suprema heresia carioca - junto com a redonda, chega à mesa o tubo vermelho de catchup, que eu escolhi para ilustrar esse post. Porque carioca que é da gema mesmo, não dispensa o catchup na pizza. Não combina, não se explica. Mas é assim que eles gostam, e pronto.
É como se dissessem atrevidamente - Isso aí não é caviar. E isso aqui não é bistrô chique. Deixe suas frescuras para outros ambientes, porque aqui, em um boteco qualquer do Rio, você veio para relaxar, tirar as havaianas, falar sobre o último capítulo da novela, socializar com o pessoal da mesa do lado, ser feliz e voltar trocando as pernas pra casa. Espalhe bem o catchup por cima do queijo, e aproveite pra forrar o estômago. Vai mais um chopinho aí?
“Eu chorei muito, e foi muito difícil... Mas descobri”, e a voz engasga, “que eu era muito amada pelas pessoas.” Ela conta com os olhos cheios que foi convidada para o CQC e que uma das melhores noites de sua vida foi quando gritaram seu nome em um VMB, da MTV. E que realizou o sonho de conhecer o Silvio Santos, a Marília Gabriela, o Olivier Anquier... lançou livros de receita, um site e um Twitter cuidado pelos netos... virou vovó-propaganda de muitos produtos... e de outros desistiu, como uma marca de batatinhas que tentou, mas Palmirinha pulou fora no meio da gravação. Não conseguia – nem queria mais tentar – pronunciar Ruffles.
Palmirnha, para a Revista TPM. Aqui.
Palmirnha, para a Revista TPM. Aqui.
Férias.
Amanhã eu caio em Sampa para curtir a Mostra de Cinema. Se alguém também estiver por lá, mande um sinal de vida.
terça-feira, outubro 23
Já ouviram falar sobre a Terapia de Gerson? Alguém já experimentou ou conhece alguém que pratica?
http://www.gersonterapia.com/
http://www.gersonterapia.com/
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