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quarta-feira, setembro 5

gente que telefona, conversa contigo na maior intimidade, não se apresenta e acha que você tem a obrigação de saber com quem está falando.
me enerva.

segunda-feira, janeiro 2

Pequeno pedido para o início de 2012.

Ei você, caro amigo que "não é vegano e nem tem pretensão de ser e ok, não tem problema algum nisso", por gentileza, neste ano de 2012, tente não abordar um vegano com uma pergunta tão idiota e desinformada quanto: "Mas por que tu não bebe leite e não come ovos? Ninguém mata a vaca nem a galinha para ter leite e ovos!".
Em tempos de inclusão digital, é só dar googladinha do tipo "veganismo", "crueldade na produção de leite" e "crueldade na produção de ovos" que tu nos livra dessa. ;)

Muito agradecida.

quarta-feira, março 9

voltando aos trabalhos ao som de arcade fire, com ênfase em "modern man".

é hora de retirar o que sobrou do esmalte roubado da cunhada, de desfazer a mala que carregou 80% de roupa além do necessário, de lavar as calcinhas, de tomar coragem e encarar a senzala que começou a semana de três dias sambando a chicotada no lombo.

a farmácia da granado estava fechada por causa do carnaval.

as lojas que me agradam estavam fechadas por causa do carnaval.

as ruas estavam fechadas, sujas e fedidas por causa do carnaval.

...

sinceramente eu me desagrado muito com tudo aquilo que invade violentamente a vontade, a vida, a liberdade do outro... e quando andando num táxi tivemos que fazer voltas e mais voltas e pagar o dobro do valor para desviar de dois bandos de foliões que tomaram as ruas [e na mesma ocasião eu vi um ônibus bloqueado por um bloco carnavalesco e imaginei que aquela condução deveria carregar ao menos uma pessoa que trabalhou durante todo o dia e que deveria estar louca para chegar em casa, tomar um banho e dormir, mas foi obrigada a esperar a folia de alguns dar espaço para o seu cansaço] me lembrei por que o carnaval costuma me encher tanto o saco.

quarta-feira, dezembro 1

e no fim das contas...

enforcaram a assassina do irã.
é muito desperdício de material científico para o meu gosto, tá sabendo?
bóra meter esse bando de gente para servir de cobaia para as indústrias farmaceutica, cosmética, química, etc... mas isso só durante um período, antes de virarem ração para cachorro.

quinta-feira, novembro 25

A bestialidade humana não tem limites.

Vem cá, que eu te prego a mão no ouvido, seu Jair.

Como se eu pintasse os cabelos de uma cor e as sobrancelhas de outra...

"Mas e qual é a verdadeira cor dos seus cabelos?"

E por que não economizar saliva, oxigênio, cordas vocais, tempo e a paciência alheia?

sexta-feira, julho 2

Sabem o cara do hum-rum??? Esqueci de dizer que ele também força um sotaque carioca que é de lascar...

quarta-feira, junho 2

e começa mais uma Festa do Peão na província americanense... todo mundo de chapéu e bota de couro se achando bonito...

"24.5.2010 - 10:39
O boi chorou
Bargas Filho

Nei, um dos filhos de dona Olinda, comerciantes de Hortolândia, aliás, pessoas de alto valor que estão no meu "caderninho de amigos", quis saber minha opinião sobre a morte do peão Agenor Carlos dos Santos, pisoteado por um touro, quinta-feira (20/05/10), no rodeio de Hortolândia.

Considero um acidente de trabalho, motivado pela reação a uma ação. Ou seja, o animal ao pular desesperadamente reagia a uma tortura. Em palavras explicativas: o sedem ou sedenho, um artefato de couro que é amarrado ao redor do corpo do animal, aperta o pênis e o saco escrotal. (Nossa! Só de escrever, dói!) O touro pisoteou acidentalmente o que estava embaixo dele. Infelizmente, era o Agenor.

O Nei, também indignado com o que aconteceu, conversou sobre o assunto meio em tom de profecia. "É, um dia isso iria acontecer mesmo". Ele disse ter presenciado um fato que o fez "odiar" os rodeios. "Fui levado, certa vez, por um amigo que é peão para uma arena de rodeio. E fiquei muito perto dos animais. Fiquei cara-a-cara com um boi. E quando o peão apertou o saco do bicho, vi sair lágrimas do boi. É, o boi chorou!", lembrou o comerciante. "Nunca mais vou a um rodeio. É triste ver os bichos maltratados".


(...)

Continua...

na fila da casa lotérica:

eu: (assoviando)
uma criatura fêmea que eu nunca vi na vida, mas que chegou se grudando em mim na fila: escuta, se eu errar a senha só uma vez, já bloqueia o cartão?
eu: (?????????) sei lá eu.
a criatura fêmea que eu nunca vi na vida, mas que chegou se grudando em mim na fila: ... a minha mãe tem 38 anos, então ela nasceu em 72, né?
eu: por que tu não vai ali na esquina buscar uma calculadora?

e tapei os ouvidos.

quarta-feira, maio 19

surtos de intolerância a certas formas de comunicação

odeio gente que se comunica com "hum-runs". não digo dizer "hum-rum" uma vez ou outra, isso todo mundo faz, eu, tu, eles... falo de um tipo de gente que perde até o hábito de olhar nos olhos do interlocutor, que fica fazendo alguma outra coisa enquanto você tenta criar um diálogo e solta dezenas de "hum-runs" dentro de um mesmo minuto, muitos deles soltos no meio das suas frases, ou seja, antes mesmo de você concluir a ideia ganha um "hum-rum" como resposta.

tem um cara desses aqui no escritório.

um cara que começou a trabalhar aqui há algumas semanas.

se ele tivesse mais cabelo eu escalpelava com as mãos.