
Me fazem pensar
o que quem raios os filhos dessa senhoura de 47 anos vão escolher para namorar.
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Se eu fizer alguma coisa remotamente parecida alguém me interne
antes do meu filho ver, tá.
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Aliás, desde que me conheço por gente defeco para o que pensem a meu respeito. Mas de uns tempos pra cá, tenho me dado conta de que nunca mais vou ser sozinha na vida.
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Muitos anos de tratamento levado a sério e você descobre que ela, a independência emocional, nunca está em liquidação. Depois que você paga o preço, ser sozinha é de uma leveza tranquilizante.
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E agora, que não posso ignorar que tudo o que eu fizer vai se refletir diretamente em todas as escolhas do meu filho, como é que fica a minha tão suada independência emocional?