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segunda-feira, agosto 15

sobre o que eu vi no faustão...

fizeram uma pesquisa sobre uma situação em que uma pessoa flagrava o namorado da irmã aos beijos com outra mulher. contar ou não contar?, eis a questão. e muitos votaram por não contar...
cada um tem o direito de ter sua própria opinião, é claro, mas me choca muito a prerrogativa de "não contar para não se meter na vida alheia", ou "não estragar o namoro de terceiros"... olha, eu acredito na existência da tal fidelidade para relações de amizade, especialmente as sanguíneas. e justamente por isso não compreendo, em nenhuma instância, como uma pessoa pode achar razoável não querer se envolver num assunto onde há uma figura que a gente ama sendo covardemente enganada. não entra na minha cabeça. é uma traição ao quadrado.


e você, o que acha?

quinta-feira, maio 26

gostaria de saber...

... se vocês não acham OK que o namorado/marido vez ou outra vá com os amigos a um puteiro. mesmo que os amigos sejam solteiros, não importa.
tudo bem, não?
ou não?

[respondam anonimamente, mas respondam, tá? é uma pesquisa séria.]

quarta-feira, março 16

falando sobre sexos [no plural]

estava neste minuto conversando com um amigo sobre uma frase que coloquei no meu facebook:
"produção!!! alguém poderia demitir o figurinista da fernanda lima? melhor! alguém poderia demitir a fernanda lima?"

ele brincou que poderiam mandá-la para a casa dele, e eu disse que ele estava precisado mesmo [por que ele está precisado mesmo], no que ele me respondeu: "ela pode ser chata, mas é gatinha"...

comecei a pensar no quanto eu não conseguiria dizer uma frase desse tipo e imediatamente me lembrei do BBB rodrigão, um cara que, se não fosse gay e quisesse me pegar, eu não pegaria de jeito nenhum, simplesmente por que a minha frase para ele é exatamente o oposto da frase desse meu amigo para a fernanda lima: "ele pode ser gatinho, mas é chato".

e você? combina mais com qual frase?

ele(a) pode ser chato(a), mas é gatinho(a)
ou
ele(a) pode ser gatinho(a), mas é chato(a)

o que faz mais o seu tipo?

terça-feira, janeiro 4

Há a possibilidade de me sincronizar na agenda do Barba e passar um final de semana de Janeiro em Belém ou Porto Velho.
Para onde vou, hum?
Leitores dessas cidades, quais as propostas, hum?

quarta-feira, outubro 27

A Saga das mães de primeira viagem.

Meus mamilos coçam desesperadamente. Segundo a dermatologista das estrelas, eles estão muito sensíveis ainda e precisam perder essa sensibilidade. Tô usando Masse, mas o povo e os sites de relacionamento mamãe/bebê mandam ficar 10 minutos com os seios no sol. Ocorre que se o guri abrir fissuras no meu peito, depois o cirurgião plástico conserta. Já se o sol abrir melasmas no meu rostinho, não tem o que resolva. Alguém conhece um método alternativo para deixar as areolas mamárias resistentes e cascudas?

segunda-feira, agosto 9

Prefiro pulso de ferro do que mão mole...

O marido da Fátima Bernardes tentou afirmar na Rede Globo a fama de que a Dilma é grosseira, dura e rude.

Do alto dos meus vinte e poucos anos, fui bem treinada por esta mulher durante dois anos de estágio na Fundação de Economia e Estatística do Estado do Rio Grande do Sul. E daquele tempo, posso afirmar:

- Dilma não tem paciência com gente burra.
- Dilma não tem paciência com gente lerda.
- Dilma não tem nenhuma paciência com gente que se acha esperta.
- Dilma não tolera neguinho liso, incapaz de tomar posição.
- Dilma volta atrás, se estiver errada. E pede desculpas.
- Dilma é uma das pessoas mais inteligentes que eu conheço.

Agora, numa coisa seu Bonner tem toda a razão: Dilma não é política. É técnica.

sexta-feira, julho 9

Você já se viu através do olhar da pessoa que você se tornou?

Entre o observador e o observado há um oceano de condições diferentes e estranhas entre si. Aquele que olha é soberano, dono do olhar e dono da direção e da intensidade do olhar. Aquele que é visto fica na dependência da decisão do observador de olhá-lo e da direção que este olhar vai tomar.
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O olhar e o ser visto depende da forma de percepção, especialmente daquele que tem que captar e interpretar o olhar que recebeu, que normalmente não leva em conta o imprevisível e o faz com base nas suas experiências passadas.
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É preciso cultivar o olhar de estranhamento que nunca parte daquilo que está posto como natural e sempre busca compreender as manifestações no seu próprio processo de manifestar-se.
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Aprendemos olhando e damos retorno pelos nossos próprios olhos. E essa escolha implica necessariamente uma perda. Cada escolha implica necessariamente uma perda, inclusive o não escolher.
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O comportamento sexual tem origem nas suas experiências identificatórias. Em primeiro plano, de olhar, evidentemente na primeira infância. Depois vem o ouvir e então o tocar.
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O comportamento amoroso também é baseado fundamentalmente nas experiências identificatórias. Ainda na sala de parto, quando a mãe olha, com ou sem amor, para o produto do seu desejo sexual.
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Uma posição tomada por motivos afetivos, não há fundamentos racionais que demovan. O que vemos, e como reconhecemos o que vemos, se revestem sempre de componentes afetivos que constituem o olhar e que constituíram aquele primeiro olhar recebido ao nascer.
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A formação do "eu" depende fundamentalmente de um processo ligado à constituição da imagem do próprio corpo. Mas a primeira imagem (no espelho) como unidade global unificada é visual, totalmente visual.
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E eu fico me perguntando, depois de já ter assimilado e compreendido e deglutido e tudo e tal as colocações acima, desde há muito, como se determina qual é a natureza do cidadão (pelo espelho do pai): pela relação dos pais entre si ou pela relação do pai (o olhar) com ele?
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Um filho de pai que traí/traiu a mãe, pratica/praticava swing, trocou de casal e tudo e tal, sofre/sofreu com esta libertação sexual não tolerada abertamente pela sociedade? É possível esse filho perdoar a traíção que a mãe sofreu? Até quando ele vai ficar engatado no gozo e repetir o comportamento paterno?

terça-feira, junho 29

Diversão garantida

Dia 29/06 (hoje, povo!): Palavra Composta – O futuro dos blogs, em tempos de twitter e Facebook
Conversa sobre a propalada “agonia” dos blogs. A ascensão do twitter e de outras redes sociais, como o Facebook, para as quais muitos blogueiros têm migrado. O “encanto” dos blogs está diminuindo? Para produção de conteúdo amador, o auge deles já passou?

Convidados -
Bruno Galera: jornalista, tecnologista, ex-integrante dos coletivos de blogs Exquisite e Insanus, autor do brunogalera.com.
Patrícia Antoniete Ferreira: advogada, colaboradora de sites, autora do ticcia.com e do naodiscuto.com.

Curadoria e mediação de
Lucas Colombo, editor e colunista do Mínimo Múltiplo.

Onde: livraria Letras&Cia. (Osvaldo Aranha 444, Porto Alegre).

Você assiste, interage, dá uma catada básica pra não perder o treino e bebe um quentãozinho pra ficar quentinho.

sexta-feira, maio 28

O Bofe me fez essa pergunta

Homens jogam futebol com a turma às quartas-feiras. Ou tem a banda de rock and roll que toca na garagem do amigo e as vezes se apresenta por aí. Tem o jogo de tênis ou de bocha. O povo dos charutos ou do baralho. E claro, há os meus companheiros amantes do vinho e seus clubes. Mas e as mulheres? É muito difícil encontrar alguma mulher que tenha um compromisso semanal com alguma atividade que lhe dê prazer e só. Uma mulher que priorize essa atividade específica e não falte ao encontro por nada no mundo. Por que as mulheres* não tem hobby?

*Evidente que há exceções. Eu vivo fazendo cursos de enologia e gastronomia, a Lili faz colares absurdos, a Ti tá sempre em função com alguma oficina literária e a Djodjo cria tertolinos e assessórios e mimos coisa mais linda de viver.

quinta-feira, maio 13

Quem curte Bob Marley não segura um John Coltrane

O jantar foi ótimo, o homem adorou. Os vinhos harmonizaram perfeitamente com os pratos (depois passo as receitas todas, que acabei inventando/modificando na última hora por conta da escolha do vinho), e ele ouviu jazz sem reclamar, mas ficou visivelmente mais confortável quando começou a tocar Little Joy.

O prato que interessava ele repetiu quatro vezes em duas horas. Mas, MAS, o cara ouve reggae na vida diária. Vai para o Peru de férias, só para surfar. Mora com a mãe (supostamente é viúva e ele sustenta a fera). E não tem o costume de ler.

Entretanto, djo estava de mimimi com um xóven músico, 10 anos mais novo, que coloquei em stand-by por conta do gostoso da academia. Impressionantemente, a conversa flui beeeem mais fácil. Daí aceitei o convite dele para sair hoje.

quinta-feira, abril 29

Serviço de utilidade pública, ajudem a criatura, por favor.

Alguém consegue me informar onde diabos eu consido hoje o número do meu recibo da Declaração do Imposto de Renda declarado ano passado?
*
Não, não consta na Declaração salva no meu computador (está em branco e já conferi umas 30 vezes).
*
Sim, eu deixei para o último dia, afinal, adevogados só entregam no último dia.
*
E se eu fosse você, engraçadinho que está pensando em fazer piadinha, pensava melhor, por que paguei trinta e quatro conto de Imposto de Renda ano passado e não estou no meu melhor humor.
*
Obrigada.

segunda-feira, abril 19

Bom dia! Como foram de final de semana?










Clique na imagem and enjoe the view.

quarta-feira, março 31

Cambiemos o tema: vamos falar sobre o que realmente interessa na vida.

A Sarah Walker vai namorar pra valer o peladão do Sexy and The City?
*
Alguém por favor me explica quem é o homem careca, quantos universos parelelos existem e se a Olivia está viva ou morta, por que já não entendo mais nada.
*
Deixa o Mr. Big de lado e pega logo o Will Garder, Alicia!
*
Depois da Cristina Young, minha preferida é a Teddy Altman. Mas o que seria a ressaca da figurinista que inventou loirice pra little Grey?
*
Sookie, helloooooo! Who is Bill?

quarta-feira, março 24

1 x 1 - por que há momentos na vida em que você deve deixar bem claro quem está dando as cartas.

A moça que costuma ir malhar com a calça de abrigo azul marinho do colégio marista do filho da melhor amiga (que está rasgadinha no joelho e com manchas de tinta) e uma camiseta larga, ontem substituiu esse figurino por uma camiseta preta Diesel (manchada de água sanitária) e uma bermuda de suplex curta, do tipo shortinho. Bem curta. A camiseta cobria uns cinco dedos o umbigo.

Para alongar os tríceps (todos sabem que depois de correr uma hora é essencial alongar a musculatura exigida no esforço), a moça precisou elevar o braço direito e dobrá-lo atrás do pescoço, segurando-o lá com a mão esquerda. Depois repetiu o mesmo procedimento com o braço esquerdo. Esses movimentos fizeram a camiseta subir um palmo acima do umbigo e a bermuda acima da metade das coxas.

- Quais os planos pro final de semana?

Ela sorriu e interrompeu o alongamento.

- Meu melhor amigo que mora em São Paulo vem passar o final de semana aqui.
- Casado?
- Casadíssimo. Amo o marido dele, inclusive.

(risadinha sem graça)

- Mudaste o uniforme de malhação hoje?
- Sou super a favor de direitos iguais. Se eu tenho o prazer de ficar babando nos teus ombros, tu também tens o direito de exercitar teus olhos adequadamente.


Depois virou as costas e saiu, deixando o bofe sem saber o que responder.

quarta-feira, março 3

quarta-feira, setembro 23

I never give you my pillow

Quando eu era uma Megera (sei...) postar era um pouquinho diferente por que o Megeras Magérrimas era hospedado num servidor (sei lá se é assim que se chama) onde nós tinhamos que usar uma coisa/sistema/programa wherever chamado nucleos. Não que eu me lembre de muita coisa, mas as lamparinas do meu juízo estão todas fritando por conta deste blogger e da utilização do antigo e infalível método da tentativa e erro para aprender como se faz para postar novamente e não matar a Lili de vergonha, que foi tão gentil ao me convidar para escrever nesta casa. De formas que depois de dois dias tentando, não consegui descobrir como se faz uma enquete. Assim sendo, senhoras e senhores da platéia, a enquete terá que ser pelo velho e bom sistema de comentários no post.

Vocês estão ligados que desde que o mundo é mundo quando as mulheres tem algo a comemorar tipo aniversário/dia das mães/natal/crisma... ganham presentes para a casa como se a casa e elas tivessem se transformado na mesma coisa. Quem nunca ganhou ou nunca deu de presente pra mãe, avó, tia, prima-em-terceiro-grau travessa, rolo-de-massa, máquina de moer carne, tábua de cortar tempero, panela, toalha, tapete, tempouer (como se escreve isso?) ou faqueiro?

Por que será que quando temos que dar presentes aos homens sempre pensamos primeiro em livro, CD, camisa, DVD, meia, gravata, barbeador ou camiseta antes de pensar em alguma coisa do tipo presente para a casa? Quando muito, eles ganham ferramentas (aqui está incluso o cortador de grama), o que definitivamente não é para a casa, é para eles mesmo.

Estou seriamente pensando em dar de aniversário para o pai do Theodoro um presente que a espousa dele vai usar também. Que tal?

quinta-feira, junho 5

Bisurdo.

Será que é só se jogar na escadaria da Assembléia de Deus em meio a um temporal, dentro de uma roupa horrorosa e sem dignidade, que a pessoa recebe visita [plus beijos e etc ao som de tango e Lenine] de Carmo Dalla Vecchia + cão cheiroso, é? Será?