sexta-feira, setembro 30

O inferno doméstico



Lembram do vazamento de gás na minha cozinha? Pois é, gente... até agora, nada resolvido. Desliguei a válvula de entrada que fica do lado de fora do apartamento e simplesmente não estou usando o fogão. Milhares de conversas com o técnico, com a síndica, com o pedreiro, até agora não está exatamente definido o que tem que ser feito, nem de quem é a responsabilidade pelo pagamento, nem prazos, nem nada. Como vou sair de férias no dia 12, hoje pelo menos cheguei a uma conclusão com a síndica – vai ficar do jeito que está até eu voltar. Não vou mexer com quebra-quebra, nem quero pedreiro entrando e saindo da cozinha, nem encanador, nada disso, faltando menos de duas semanas para eu viajar. A válvula está fechada, não está vazando nada, e até lá vou me virando com o micro-ondas. E pronto.

Amanhã é dia de encarar um Leroy-Merlin ou coisa que o valha. Meu filtro de água está em frangalhos, e agora resolveu vazar cada vez em que a torneira é aberta. Água pela cozinha inteira, sem contar o pinga, pinga, pinga, pinga... vou na loja com cheri, nós mesmos compramos e trocamos. E viva o veda-rosca, né gente!!

Tem o chuveiro também. Acho que uma das fases queimou semana passada, e em um dos banheiros o danado só está funcionando na temperatura verão. Tivesse eu mordomo decente, que conseguisse trocar um mísero chuveiro de forma eficiente, já comprava e providenciava amanhã também. Mas não é o caso. Não sendo uma coisa tão simples, tenho que chamar alguém para resolver, e, assim como no caso do gás, não vou fazer isso antes de viajar, mas de jeito nenhum!! Vou tomando meu banhozinho morninho, na temperatura verão mesmo, ou então, pra uma água mais quentinha uso o outro banheiro.

Se acabou? Claro que não!! A lâmpada do quarto de TV está dando interferência com o ventilador de teto e às vezes não acende, ou, para acender, tem que ligar o ventilador junto. O outro ventilador de teto, o do quarto, está com problema e está fazendo tanto barulho quanto uma usina em funcionamento. Some-se a isso, umas lâmpadas queimadas pela casa e dá pra ter uma ideia do resumo da parte elétrica... também vai ficar tudo assim mais uns dias, né, porque quando chamar o eletricista pra instalar o chuveiro novo, ele já aproveita e resolve essas coisas todas...

E pra coroar, minha temperamental rede wireless, que resolveu ficar intermitente de uns tempos para cá. Sabe aquela coisa que de vez em quando falha, aí a gente vai lá, tira o modem da tomada e volta? Pois é, tá assim... ás vezes fica dias funcionando bem, outras vezes começa a falhar, fica horas sem sinal... não se sabe direito se o problema é do modem, se é do roteador, se é do sinal da NET... gente, tudo tão difícil, tão complicado de resolver hoje em dia, não??

E tudo assim, do nada! Um belo dia está tudo lá, funcionando direitinho, e uma semana depois está o caos instalado na residência. Como é que pode, né!!E querem saber? O que não der pra usar vai ficar sem usar, o que der pra ir usando mais ou menos vai ficar sendo usado mais ou menos, o que puder esperar, vai esperar. Dane-se!! Até uns anos atrás achava linda aquela atitude de ir arrumando tudo na hora, consertando, tendo a casa perfeita e arrumada. Lindo, lindo... só que se a gente faz isso, não faz mais nada na vida! Vira uma sucessão de contratação de prestadores de serviços, de pequenos consertos, e eu não vou ficar passando meus dias inteiros fazendo manutenção!!

Ficamos assim... amanhã eu troco o filtro de água. O resto, vou resolvendo conforme for tendo tempo e disposição. Porque eu definitivamente não sou uma alucinada tomada pela fúria da organização e do trabalho. Melhor aprender viver no caos.

quinta-feira, setembro 29

Stress

Gente, imaginem uma pessoa estressadíssima, sem tempo pra nada, nem para respirar. Pois então, sou eu... cheia de coisas para fazer, louca para ter um tempinho a mais para me dedicar aqui à conversa com vocês, com um milhão de pendências, e nada, absolutamente nada de tempo!!

Assim que der pra respirar calmamente de novo eu volto pra cá com mais calma, viu. Vamos torcer para que não demore.

Beijos, amores!!

O mineiro e o queijo

Eu adoro queijo!! Sempre tem na minha geladeira e, eu amooo queijo Canastra, Serro..... Huummmm. Fiquei sabendo aqui, que o amado queijo é Patrimônio Cultural do Brasil mas que só pode ser vendido em Minas.... Bom eu mesma já andei "contrabandeando" uns queijos por esse país...

Agora fala sério: não é um absurdo?

“…se tirá os quejo de mim eu té doeço…”

E reparem que sotaque mais de interior de Minas....

tá puxado.

preciso programar meu computador para colocar o disco rígido para dormir à meia-noite todos os dias. tenho um par de olheiras de panda para eliminar VERSUS uma vida de futilidades via web que não me dão paz.
Manchete em um jornal aí: "Claudia Leitte "faz as pazes" e toca Led Zeppelin no Rio".

Quem foi o cara que esqueceu de soltar o cabo de suspensão quando ela estava a uns 15 metros de altura no último final de semana?

Próxima manchete: "Mártir do Axé Music é fuzilada no Pelourinho por grupo nazista [leia-se fãs do Elton John e da Luana Piovani liderados por algum dos namorados da Rihanna].

quarta-feira, setembro 28

Assitir TV pela net

Alguém aí sabe como eu posso assistir TV pela internet??? Estou sem TV a cabo e, também sem TV aberta ou seja, quase desesperada.... Ah, e também estou sem internet banda larga.... só tem 3G!

Por que eu ando muito prendadinha...

E tenho feito umas comidinhas rápidas e muito gostosas, bem como...

Strogonoff de Soja (vegano)

2 xícaras de soja texturizada (hidratada em 4 xícaras de água por 15 minutos)
1 xícara de mini champignon
1/2 xícara de cebola picada
1/2 xícara de água
1 potinho de creme de soja
1 potinho de molho de tomate
Azeite a gosto
Alho a gosto
Salsinha e cebolinha a gosto
Sal a gosto

Corar a cebola e o alho no azeite, acrescentar o molho de tomate e a água e deixar engrossar um tiquinho. Acrescentar a soja (depois de escorre-la bem) e o champignon. Colocar sal a gosto e depois de uns minutinhos, desligar o fogo e acrescentar o creme de soja, a salsinha e a cebolinha.

Esta receita serve bem umas quatro pessoas gulosas como eu e é muito rápida de ser feita. Se quiser colocar mostarda ou catchup durante o preparo, tem gente que gosta, fica bom também.

terça-feira, setembro 27

pelo preço e pelos modelos que sobraram, é uma coisa ou outra que se salva...

... mas, não custa nada avisar as moçoilas.


quem puder ir às lojas físicas vai achar opções mais bacanas e preços também bem mais bacanas. eu mesma comprei um maiô bapho por 60 contos numa loja física, há menos de um mês. mas quem não puder, taí uma opção...

OFF da SALINAS.





não sei vocês, mas eu quando estou fazendo buscas de hotéis pela internet e os benditos não colocam os preços médios das hospedagens em seus próprios sites pra gente ver, ali, na hora, perco a vontade.

em tempo, alguém tem dica de hotel baratinho em aracaju? gracias.

segunda-feira, setembro 26

Onde mora o meu coração selvagem



Até muito pouco tempo atrás, poucos anos, eu ainda tinha um quarto na casa dos meus pais. Em alguns períodos da vida eu morava longe e ia visita-los com frequência. Em outros, por um ou outro motivo, voltava a morar com eles, foram muitas idas e vindas na minha vida, e meu quarto sempre estava lá. Igualzinho como era na adolescência. Mesmos móveis, os mesmos adesivos grudados no vidro da janela... com o passar dos anos, foram mudando os hábitos da casa, tão devagar que a gente nem chegava a perceber... os irmãos mais novos que, assim como eu, foram saindo para estudar, a aposentadoria e depois a doença de meu pai, minha mãe envelhecendo aos poucos, o canil transformado em orquidário, um gato que sumiu, outros dois que nasceram. Mais um poodle para aquecer os pés de meu pai nas suas sonecas vespertinas, uma rachadura que foi aumentando, ficando lá, sem conserto, uma barra de ferro instalada no chuveiro para que eles não escorregassem durante o banho, um eventual móvel trocado, tudo tão devagar, tão natural, acontecendo no decorrer dos anos, com a vida passando na velocidade em que deveria mesmo passar... e só meu quarto lá, igualzinho, esperando sempre por mim, não importando se eu retornava para lá todas as tardes ou só duas vezes em um ano inteiro.

A casa de meus pais ficava em uma pequena cidade de uma região agrícola do sul do país. Por algum acaso engraçado, qualquer que fosse o lugar para onde eu me mudasse, o ônibus para lá sempre chegava ao amanhecer. Eu normalmente embarcava à noite, e chegava com o nascer do sol em uma parada na estrada que ficava a uns vinte quilômetros da minha cidade. Era sempre meu pai que ia me buscar, nas manhãs invariavelmente frias do sul. Eu ficava esperando por ele naquele lugar muito singelo. A lanchonete, o posto de gasolina, a estrada à frente e os campos cultivados na sequência, à perder de vista... muitas vezes eu vi o sol nascer sentada em um banco na beira daquela estrada. Depois, o trajeto para casa, a estradinha entre as plantações de cana de açucar, de trigo, de milho, dependendo da época do ano, da intensidade da geada, dos negócios feitos com a terra. E então, chegar na cidadezinha vazia, entrar em casa, colocar a mala no meu quarto, e ir tomar café na cozinha com a minha mãe, repetindo o ritual mais familiar de todos, mais reconfortante, um dia novo recomeçando na casa dos meus pais. Horas de conversa entre xícaras fumegantes, pedaços de queijo caseiro, pão fresquinho, alguém que passa na rua e se detém para dar um alô, uma sucessão de tarefas simples e corriqueiras para cumprir. Qualquer que fosse a fase da vida, qualquer que fosse o problema, sempre haveria um ônibus saindo à noite. Um ônibus que me deixaria naquela parada ao amanhecer, onde meu pai apareceria para me buscar e me levar para casa. Para o meu quarto da adolescência. Para o amanhecer na casa onde as coisas mudavam tão devagar que as vezes nem percebíamos que mudavam.

Hoje meu pai não está mais aqui. Minha mãe continua na mesma cidade, mas não mora mais na mesma casa. Jà não tenho mais meu quarto de adolescência, e moro tão longe que não é mais possível pegar um ônibus para chegar até lá. Já não há mais conforto, nem a sensação de estar absolutamente segura e protegida dos problemas, dos erros, dos dilemas e do tempo. Mas ainda assim, são as manhãs daquela região, os bancos daquela parada de ônibus e as pequenas estradinhas no meio daquelas plantações que guardam as minhas raízes mais verdadeiras, os meus momentos de trégua, e quase todas as minhas respostas. Longe de qualquer lugar importante, de qualquer cidade grande, é nesse interior próspero, mas profundamente simples, caipira mesmo, que está o meu coração selvagem. De verdade, no fundo mesmo, eu ainda sou aquela moça sentada no banco, com a mala ao lado, olhando a lavoura a perder de vista atrás da estrada, enquanto o dia amanhece. Só que agora meu pai não vai mais aparecer pra me buscar. E sendo assim, vou deixando-me ficar aqui indefinidamente. O dia nunca chegará a nascer completamente, mas a noite também já não é mais assim, tão escura. E esse lugar é meu. Só meu. Nâo há absolutamente nada o que temer.

domingo, setembro 25

#rockinrio2011

[especial para a Marion]

eu não tenho medo do Slipknot e suas máscaras. tenho medo é dos outros caras, das outras bandas de metal, que são daquele jeito lá mesmo...

[tu pediu, anônimo, taí]

um paparazzi acabou de nos enviar uma foto da viagem do Jamoju e da Adelaide, com os dois NA CAMA.
primeira mão, moçada. a imagem está inclusive sendo utilizada para pesquisas e tals.

To bem alojada

Em Hamburgo. Primeiro chope já foi. Segundo também.
Primeiro Danete Sabor Pistache também.

Começou dieta de engorda. Adeus e até mês que vem.

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sábado, setembro 24

#rockinrio2011 enquete

há dez anos quando o red hot chili peppers tocou no rock in rio [in rio], o capital inicial foi um dos grupos que tocou no mesmo dia que eles.
pergunta: o que antony kieds vai pensar de nós, que colocamos cláudia leitte no palco de um festival de rock e colocamos a mesma banda, capital inicial, para tocar com ele depois de dez anos?

( ) que a única banda de rock do brasil é capital inicial
( ) que rock brasileiro é claudia leitte
( ) que brasileiro não sabe o que é rock

sorry, antony. it's a mistake.

#rockinrio2011

Corey Taylor para o Slipknot:

Corey Taylor para Stone Sour:


Hi!!!