terça-feira, julho 23

Lips da Lili - Beijos e ônibus.

[na vitrola: "kiss and resolve" - The Maccabees]

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vocês sabiam, gentes da plateia, que existe uma tal de Filematologia que estuda o beijo?

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e vocês sabiam que a situação anda tão feia para certas pessoas, que tem gente se candidatando para cobaia para estudos filematológicos?

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Delaidinha tava sem grana e fez a festa de aniversário num busão circular. a melhor e mais fofa cena da noite foi: eu e ela sentadinhas no painel cobrando pedágio dos convidados que entravam (pedágio = beijo) e o motorista, um senhor, hétero, pai de família, sério, uns 50 anos de idade, ganhando selinho de um rapaz que se empolgou no pagamento. meu queixo caiu na hora. perguntei ao motorista: "ele te beijou?" - "sim, mas foi só um selinho".

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clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap clap. lindo.

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e enquanto esperava meu ônibus chegar na rodoviária de São Paulo, observei um casal de dois rapazes, ambos com cerca de 20 anos de idade, se despedindo. trocaram carinhos tímidos durante muito tempo enquanto esperavam o ônibus que levaria um dos dois. era nítido que estavam apaixonados e loucos por um beijo, mas não tinham coragem, diante de tantos olhos.
se separavam. sem beijo. a dor chegou até o meu peito. :(

quinta-feira, julho 18

PÁRABÉNS, ADELAIDE!

Adorei o mimo que Lili te deu de presente, maravilhosa! E é claro que eu não ia querer ficar pra trás, né. Vou fazer igual. Então, toma aí uma foto do Patrick Dempsey, sua linda. Você merece!!

PARABÉNS, ADELAIDE!

Galera, vou lhes contar uma coisa pra vocês: ter uma empregada insolente AND canceriana não é miojo. Toma a sua foto do George Clooney e não enche mais o meu saco.

#xatiada

Nem um parabéns, nem uma foto do George Clooney, nem um bolinho....

Festa passando em branco e essas barangas do blog nem pra avisar que hoje é meu aniversário?

Vou pra outro lugar onde me dêem algum valor...

quarta-feira, julho 17

Podia morrer sem essa

Entre Star Wars e Star Trek eu prefiro Star com Vc.

Pronto, todos vomitando em 3, 2,1...

NY 69



Esta incrível série de fotografias, mostra o verão de 1969 em Nova York. Prestem atenção nas roupas, nos cabelos... em grande parte das situações poderíamos jurar que as imagens são contemporâneas -  os modelos são simplesmente lindos e muito, muito atuais. Eu sempre soube que esse foi o superano do século XX e estas imagens só fazem confirmar - 69, o ano em que euzinha vim ao mundo, realmente arrasou!! 
(e sim, acabo de entregar a minha idade!)

A série completa, com as 31 fotografias está AQUI

Constatação

Dos 350 sintomas de TOC tenho 322. Todos devidamente anotados.
Em ordem alfabética e com a data de cada manifestação.

Urgente: Desenvolver mais 11 para ficar com 333.

"(...) De acordo com a CNN, o músico foi andar de bicicleta antes de uma apresentação da Dave Matthews Band em Hershey, na Pennsylvania, quando seu pneu estourou e ele ficou isolado. 
“Eu não tinha um celular com a minha bicicleta. Então pensei ‘merda’”, disse ele. Emily Kraus e o namorado estavam indo em direção ao show quando encontraram Matthews na beira da estrada e encostaram o carro. Ela ofereceu a carona até o local do show e conversou com ele durante o trajeto. 
“Não sabíamos como conversar com ele”, disse ela. Matthews expressou sua gratidão ao levar o casal para jantar e convidá-los para ir ao backstage e oferecer assentos na primeira fila. (...)"

Daqui.

Vocês mentalizaram essa situação? Sério. Se sou eu a motorista desse carro, amigo Dave, começo a cantar "so here we are tonight, you and me together..." e aí...

quinta-feira, julho 11

Querida irmã,

Esta é uma carta de retratação. Te mandei uma mensagem ontem e, se ainda estiver em tempo, peço que desconsidere. Como a retratação é pública e mensagem foi privada, creio que devo esclarecer brevemente o assunto para os que estiverem compartilhando a leitura dessas linhas - ontem, encaminhei uma mensagem para Lili comunicando o meu afastamento do blog. Os dias estão difíceis, eu ando sem tempo, sem criatividade, lidando com muitas coisas ao mesmo tempo, e sentia que não estava colaborando com o blog como deveria. Achava que deveria deixar o lugar livre para quem pudesse contribuir mais e melhor. Foi isso.
 
Tudo explicado, Lili, venho então pedir que ignore solenemente minha mensagem anterior e se ainda for possível, peço que me seja permitido permanecer como colaboradora nesse precioso espaço. O motivo que me faz mudar de ideia foi o reacendimento da chama que sempre me animou a escrever, a colocar minhas ideias, minhas impressões, minhas bobagens no papel e a compartilhar com quem se dispuser a ler. As leitoras de uma de minhas últimas postagens - especialmente Julia, Joceli e Jujuba - me deram hoje um presente inesquecível quando compartilharam seus relatos cheios de humanidade e compreensão, quando aceitaram o convite para o debate de ideias, e quando falaram suas verdades com tanta elegância, generosidade e honestidade. Você e elas me lembraram a razão pela qual eu estou aqui.
 
De uns tempos pra cá, eu andava com a nítida impressão de que não tinha muita coisa a dizer para alguém. Era como se eu estivesse habitando um mundo particular, que não tinha como ser compartilhado. A cada postagem, eu ganhava um "eca" quase que instantaneamente, qualquer que fosse o assunto. Aos poucos, acho que fui interpretando isso como um sinal de que eu não tinha nada a dizer, uma mensagem de "saia daqui", e inconscientemente isso me foi desencorajando. Uma bobagem, mas que me incomodava pela sistematicidade da coisa. Racionalmente eu me dizia que essas respostas eram uma coisa boa. Elas me permitiam conhecer as pessoas que me lêem, como elas pensam, em que acreditam mas, no meu íntimo, somando isso ao turbilhão de acontecimentos em que minha vida se transformou fui me afastando, ficando evasiva, perdendo o ânimo para falar sobre um assunto, para debater.  Aí, um belo dia resolvo falar das minhas angústias sobre minha relação com uma pessoa egoísta e incrivelmente, as respostas das leitoras fazem com que tudo fique muito mais claro para mim. A postagem foi avaliada com um monte de "ecas", mas isso não me desanimou, porque as respostas foram tão verdadeiras, tão incríveis, mexeram tanto comigo, me fizeram entender mais, mudar de ideia, rever conceitos... e então eu pensei: É isso! É com essas pessoas que eu estou me relacionando, são essas pessoas que estão me fazendo pensar, e que por causa de algo que eu escrevi se animaram a escrever também, a colocar suas experiências e suas visões no papel. Esse compartilhamento que faz a vida melhor, essa capacidade de debater sem ferir, de perceber o alcance das palavras, de poder sentir gratidão por palavras certas, tão bem colocadas, na hora exata.
 
Esses dramas que vivemos, irmã, são de todos nós. Os medos, as angústias, as crenças mais sinceras, tudo. E em dias como hoje, quando, com algumas linhas, pessoas que a gente não conhece pessoalmente, que estão tão distantes e ao mesmo tempo nos são tão próximas e tão íntimas , fazem com que horizontes se abram e que a vida ganhe novos sentidos, a gente entende direitinho o que está fazendo aqui.  
 
Não, não é a aprovação que eu busco. Não são estrelinhas nem coraçõezinhos. É o compartilhamento, essa sensação de entender e ser entendida. A certeza de que eu conheço a mãe da Joceli, de que sei exatamente o que incomoda a Jujuba e de que em muitas manhãs em que parece quase insuportável tirar o rosto do travesseiro e sair da cama para cuidar da vida,o que eu sinto deve ser muito parecido com o que a Julia sente, todos os dias. E essa maravilha de conseguir saber aquilo que é tão dificil de expressar, de poder olhar para as coisas com novos olhos a partir de palavras certeiras, e de ganhar novos motivos para seguir em frente é que me fazem me sentir um pouco mais feliz e um pouco menos só.
 
No mais, querida irmã, obrigada pelo tempo de convivência e perdão pelas ausências. Espero, de verdade, que ainda haja tempo para que meu pedido de ontem não seja irreversível. É muito bom ir levando a vida a seu lado e ao lado de todos os que compõem essa nossa comunidade tão linda, doida e verdadeira.
 
Um grande beijo.
 
Rose.   

Conhecendo o Brasil - Manaus



Conheci um pouco de  Manaus. Muitos sentimentos bem opostos. Passeios incríveis como o encontro das águas, nadar com os botos e o teatro. Passeios horríveis com um dos centros mais sujos que eu já vi e o abandono total do hotel Ariaú, que é vendido como a oitava maravilha do mundo.

Praças impecáveis, como nunca vi no Brasil. Lixo amontoado nas ruas, como nunca vi no Brasil.

Há um gosto local pelo excesso de açúcar, que torna até o cupuaçu, que é azedo, impossível de se comer. Em compensação se apela para sucos diferentes, sem açúcar: Bacuri, taperebá, tucumã (acho que é isso, tantos nomes diferentes)

Peixes muito bons, preparados com a melhor castanha. Não imaginava a diferença no gosto que é comer castanha fresca.

O abacaxi aqui não é um simples abacaxi. É o melhor abacaxi. Em compensação o chocolate não é um simples chocolate. É o pior chocolate (muito doce)

Um céu azul maravilhoso. Uma chuva que cai forte e vai embora. Um povo simples e aparentemente bem feliz. Embora estressado no trânsito. Uma mão no volante, outra na buzina e dois pés no acelerador. A cada esquina um atropelado ou uma batida de carro.

Gostei de ter vindo, mais pelos passeios, que são únicos. Menos pela culinária, que eu achei meio exagerada. Muito açúcar, muita manteiga, muito coentro. Tudo muito. Mais pelo teatro e menos pelo centro. Mais pelo abacaxi do que pelo cupuaçu.

Quem tá pensando em vir, venha logo! vale muito a pena

segunda-feira, julho 8

Cartazes dos mesmos filmes nos EUA e na Europa.


Daqui

Sou só eu...

... ou mais alguém acha o ministro Patriota, no auge da maturidade, um esh-pe-tá-cu-lo, heim?