Não defendo religião. Não defendo terrorismo. Não defendo "não há limites para o humor".
Entre os "Je suis Charlie", "Je ne suis pas Charlie", "Je suis Ahmed" e sei lá mais quantos outros "ser ou não ser" que pipocam nas ruas e nas redes sociais nos últimos dias, parece-me que o Je suis Ahmed é a única bandeira pacifista e a única que importa. Ahmed, o policial muçulmano morto por terroristas vivia, literalmente, num fogo cruzado. De um lado os intolerantes à sua crença religiosa. Do outro alguns desequilibrados que encontraram na sua crença religiosa uma razão para esbanjar sua loucura.
A morte de Ahmed, mais que qualquer outra morte no evento, representa toda a tragédia que foi inflamada pelos Charlies com sua arma intolerância-transmitida-por-um-meio-de-comunicação-em-massa e executada por dementes com potentes armas de fogo. As reverberações dessa chacina irão chegar em forma de mais intolerância a todos os muçulmanos, O ódio que culminou nessa tragédia, continua se propagando e atingindo novos Ahmeds a cada novo #JesuisCharlie.
Ao invés da discussão do ser ou não ser Charlie, há de se discutir a liberdade de crer ou não crer, sem interferir na crença ou não crença do outro. A sua não crença não lhe dá o direito de violentar a crença do outro, assim como aquele que crê e toda a sua crença não podem interferir na vida de quem não crê. Esse é o canal para a convivência pacífica. Ah! E nunca se esqueça: gente desequilibrada não tem raça, sexo, religião, classe social, convicção política... Gente desequilibrada é o cara à esquerda na foto, com uma arma na mão, prestes a matar mais um ser humano, sem nenhum motivo.
Mostrando postagens com marcador religião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador religião. Mostrar todas as postagens
domingo, janeiro 11
segunda-feira, agosto 27
Preparados [inclusive para irem pro inferno]?
"(...) Quando você diz em público que tentou de tudo, libertação, confissão, etc. [para deixar de ser homossexual], e não funcionou, está negando a Cristo, tentando se justificar. Se está certa do que faz, não mais se justifique usando a palavra, pois está envergonhando o evangelho de Jesus perante o mundo. Você pode ser aceita, e está sendo, pelo mundo; essa é a maior prova do engano, pois o mundo jamais aceitará um cristão legítimo, porque ele não se adaptará ao mundo ferindo princípios. Pode este conviver e amar as pessoas do mundo, mas não se aliar a ele nos comportamentos que os sustenta, quando são contrários aos mandamentos.
Não nos cabe procurar desculpas para justificar o pecado. É nossa responsabilidade buscar o meio de vencer a tentação (1 Coríntios 10:13; Tiago 4:7-10).
“”Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas. herdarão o reino de Deus”” (1 Coríntios 6:9-10). (...)"
Tem muito mais aqui, inclusive comentários...
Não nos cabe procurar desculpas para justificar o pecado. É nossa responsabilidade buscar o meio de vencer a tentação (1 Coríntios 10:13; Tiago 4:7-10).
“”Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas. herdarão o reino de Deus”” (1 Coríntios 6:9-10). (...)"
Assinar:
Postagens (Atom)
